Lucy Villela Barreto BorgesMinC entrega medalhas da Ordem do Mérito Cultural, em São Paulo, portal.iphan.gov.br, 4 de novembro de 2013. (Uberlândia, 29 de maio de 1933) é uma das mais importantes produtoras brasileiras. Com seu marido, Luiz Carlos Barreto, está à frente da L.C. Barreto e Filmes do Equador, onde é a responsável pela orientação e escolha dos projetos que serão produzidos. Lucy Barreto tem um dos olhares mais experientes na produção do cinema nacional.
Seu primeiro trabalho na área cinematográfica foi como produtora de Tati, a Garota (1972), de Bruno Barreto. Desde então, já produziu e coproduziu mais de 80 títulos entre longas-metragens, documentários e séries para TV.
Produziu Bye Bye Brasil (1980), de Carlos Diegues, e títulos que deram prestígio aos seus dois filhos cineastas, ambos indicados ao Oscar de melhor filme estrangeiro em anos consecutivos: O Quatrilho (1996), de Fábio Barreto, e O Que É Isso, Companheiro? (1997), de Bruno Barreto.
Em 1999, ela e seu marido, Luiz Carlos Barreto, receberam o troféu Oscarito, prêmio concedido pelo Festival de Gramado a profissionais de destaque do cinema brasileiro.
Desde 2013, Lucy Barreto é membro da Ordem do Mérito Cultural, na classe de comendador.
Filmes O primeiro filme em que trabalhou foi Os Herdeiros (1970), de Carlos Diegues. Entre outros filmes que produziu ou coproduziu, destacam-se: Terra em Transe (1967), de Glauber Rocha O Crime do Zé Bigorna (1977), de Anselmo Duarte Bye Bye Brasil (1979), de Carlos Diegues Menino do Rio (1981), de Antônio Calmon Inocência (1983), de Walter Lima Jr. Memórias do Cárcere (1984), de Nelson Pereira dos Santos O Caminho das Nuvens (2003), Vicente Amorim Casa de Areia (2005), de Andrucha Waddington O Homem Que Desafiou o Diabo (2007), de Moacyr Góes
Com Fábio Barreto e Marcelo Santiago, Lucy Barreto dirigiu um único filme - Grupo Corpo 30 Anos – Uma Família Brasileira (2007).
Ligações externas
Categoria:Produtores de cinema do Brasil Categoria:Agraciados com a Ordem do Mérito Cultural