Lúcio Mânlio Capitolino Imperioso () foi um político da gente Mânlia da República Romana, nomeado ditador em 363 a.C.. Foi pai de Tito Mânlio Imperioso Torquato.

Sua ditadura foi "clavi figendi causa".

Ditadura (363 a.C.)

Lúcio Mânlio foi eleito ditador para celebrar a cerimônia na qual se pregava um prego nos idos de setembro (no Templo de Júpiter Capitolino), o que, acreditava-se, faria terminar a epidemia que assolava a cidade havia três anosLívio, Ab Urbe condita VII, 3.. Ele nomeou Lúcio Pinário como seu mestre da cavalaria (magister equitum).

Ele acabou renunciando depois de sofrer forte oposição dos tribunos da plebe em sua tentativa de realizar um alistamento para realizar uma campanha contra os hérnicos.

No ano seguinte, foi processado pelo tribuno Marco Pompônio pela forma como conduziu o alistamento e pela crueldade com que tratou seu próprio filho, Tito Mânlio Imperioso Torquato:

Contudo, a pena não foi executada por causa da intervenção do próprio Tito Mânlio em favor do pai, que ameaçou de morte o tribuno se ele não retirasse a acusaçãoLívio, Ab Urbe condita VII, 4-5.:

Notas

Categoria:Ditadores romanos Categoria:Romanos antigos do século IV a.C. Categoria:Mortos no século IV a.C. Categoria:Ano de nascimento desconhecido Categoria:Ano de morte desconhecido Categoria:Manlii